Nova forma de aprendizagem revoluciona o mercado de aperfeiçoamento profissional

Nova forma de aprendizagem revoluciona o mercado de aperfeiçoamento profissional

Segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira de Treinamento & Desenvolvimento (ABTD) na 12ª edição da pesquisa “O Panorama de Treinamento do Brasil”, o mercado se mantém consistente e em crescimento. No último ano o investimento total no setor em empresas acima de 1.001 a 5.000 colaboradores foi de R$ 1.488.747 enquanto que em companhias acima de 5.001 pessoas no quadro de funcionários o valor dedicado foi de R$ 5.775.902, o que mostra um aumento de 21% em relação a 2016. A partir desta análise, a dica da organização é preparar-se para o ganho de demanda de trabalho e focar nas ações estratégicas.

Contudo, quando se trata de desenvolver um treinamento atrativo e eficaz, os profissionais acabam por passar horas em tentativas frustradas em frente ao computador. Afinal, a teoria é sempre mais fácil do que a prática. Neste cenário, surge o “Design de Aprendizagem”. O termo consiste em um conjunto de conhecimentos de enorme envergadura que mapeia e define a melhor forma de transmitir determinado conhecimento não com base no conteúdo em si, mas, principalmente levando em conta o público-alvo de determinada mensagem. Antes conhecido como “Design Instrucional”, o Design de Aprendizagem ganhou a nova nomenclatura muito em função dos esforços que alguns dos especialistas referências na área, caso dos executivos à frente da SG – Aprendizagem Corporativa, fizeram ao longo dos últimos anos ao quebrar determinados tabus e, efetivamente, posicionar as pessoas no centro da estratégia de desenvolvimento humano.

Neste contexto, uma certeza tem guiado os passos de Flora Alves, uma das maiores especialistas em desenvolvimento humano do país, ao longo dos últimos 15 anos: é possível encurtar o processo de construção de um treinamento ao optar por uma abordagem assertiva e simples, sem jamais ser simplista ou reduzir o propósito da causa a uma mera atividade protocolar entre o transmissor e o receptor do conteúdo em questão.

“O nosso principal ativo é a abordagem descomplicada, empática e colaborativa. É a isso que o chamado ‘Design de Aprendizagem’ se refere em oposição ao design instrucional tradicional”, afirma Flora.

Ainda de acordo com a especialista, é preciso que as equipes transformem o modelo mental existente, buscando inovar e inspirar novas ideias. “Fala-se muito em disrupção, o que é algo extremamente bem-vindo, porém, não devemos encarar tal missão como algo complicado, distante de nossa realidade. É totalmente possível transformar as pessoas e a cultura organizacional em si com a motivação e abordagem corretas.

Fonte: Terra



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